Nessas horas lembro da professora de física Tânia Conrado dizendo que o movimento é verificado em relação a um observador, de ponto determinado, geoestacionário. Professora, perdoa-me se não sei o que falo.
Na última vez em que escrevi de verdade talvez o Facebook ainda fosse aquela coisa meio complicada de se mexer, que servia só para encontrar os amigos internacionais. Os nacionais, só no Orkut.
Lembro-me que, no carnaval de 2010, alguém ainda "apresentou" as moças que desconhecíamos e nos acompanhariam na épica viagem à Guarda do Embaú (ah, a Guarda) por seus perfis no Orkut, aquele. E, à época, pareceu algo muito natural.
Pois então, o sentido de ter um blog vai mudando, como o sentido das coisas vai mudando, de acordo com as referências. Em um mundo facebookado, depois do advento do Like, da sua diáspora, e da multiplicação e qualificação features sociais invadindo os websites (quase já não sei mais do que estou falando), sobra pouca utilidade para um espaço (desculpa) de compartilhamento de impressões, opiniões, links, referências, que tem o texto como principal método de comunicação, e que depende de artesanías para linkar, embedar, recortar, colar.
Né?
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Bah, mas escrever ainda é bom. Especialmente quando alguém lê.
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Se tu vieste até aqui, mereces um presente. Olha só que incrível esse clipe do OK GO. Eles gravaram tudo devagarinho e depois aceleraram a reprodução. Simples e genial.
6 comentários:
Não importa muito se alguém lê. O importante mesmo é escrever mais que aquelas duas linhas do comentário no facebook.
Não entendi bem a frase da Tânia, mas adorei a lembrança das aulas de física!
Acho ótimo o facebook mas é efêmero... blog é mais perene, fica pra posteridade! :P
Continue escrevendo!
Bj, Ane
Henrique curtiu
Cara, o Peri curtiu, mas como não tem feizbuque, fica o registro aqui mesmo.
Como revisor dos teus textos, corrige ali no terceiro parágrafo a frase "Os nacionais, só no facebook". Acredito que deveria ser Orkut, não??
A fude o clipezinho. Nota a marcação de posicionamento deles no cháo, ora em giz, ora com marquinhas vermelhas na grama.
Abraços
Valeu pela correção, caro mão-de-alface.
Abraços
Que colosso!
Continua assim.
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