Apesar de eu ter acabado de voltar de Miami com a língua mordida depois de passar o dia no Art Déco District (outro exemplo), acho que dá pra continuar usando uma comparação muito popular entre cariocas: a de que a Barra não é Rio, a Barra é Miami.
(No Google, uma busca por "Barra da Tijuca" Miami retornou hoje 99.600 resultados e a saudosa revista Bundas certa feita fez uma enquete para ver se o leitor sabia diferenciar fotos de prédios de Miami dos da Barra.)
Fala-se, nesse caso, de Miami no "mau sentido": o lado rico-brega-exagerado de uma cidade com muitos shoppings, resorts e ostentação.
Aí o New York Times me abre a matéria O ponto quente do Rio com espírito de Miami com a seguinte descrição:
"Para alguns, a Barra da Tijuca é o bairro mais legal do Rio de Janeiro, abençoado com bonitas formações rochosas e uma praia coberta com alguns dos corpos mais sexys do planeta. Para outros, é uma versão brasileira do pior de Miami, cheia de engarrafamentos e shoppings fuleiros."
O ponto da matéria é que também dá pra morder a língua na Barra. E dá mesmo. Mas meu bem, se vais passar poucos dias no Rio, foge de lá. Faz como o Negão e faz tua vida embebido em chope, entre a Zona Sul e a Lapa.
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O NYT de ontem também veio com uma baita reportagem de turismo em Minas Gerais, que, segundo nosso consultor para assuntos caipiras, Thiago Medeiros, está muito boa.
1 comentários:
Com o livro na mão, 13:18 de terça-feira, dia 3..."Bahh, esse carinha aí, o tal de Eduardo Lorea, da edição, eu conheço, baita cabeção" ;)
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