segunda-feira, 13 de julho de 2009

Vai, meu irmão. Pega esse avião


Quando meu irmão embarcar no avião rumo à Suécia, terão se passado 6 anos, 6 meses e 15 dias desde que eu cruzei a porta do apê de Porto Alegre, puxando duas das sete malas da mudança e, em um tropeço, quebrei uma quina do rodapé. Do rodapé quebrado ao avião decolado, para quem me perguntou com quem eu morava, respondi: “com meu irmão”.
É possível que no início eu tenha dito isso meio que resmungando, de testa franzida. Não demorou muito até a cara mudar, e essa história de irmão deixou de ser só uma questão de consanguinidade. Meu irmão é meu parceiro. Decide meu corte de cabelo e me liga quando perde o ônibus e está em apuros.
Estou feliz por ele e pelas suecas que vão conhecê-lo. Mas não quero ficar um ano sem ele. Ao menos sem as histórias.
Então, meu irmão, vê se conta o contável no teu novo blog, que é também teu presente antecipado de aniversário de 25 anos:


1 comentários:

Eduardo Nunes disse...

"Estou feliz por ele e pelas suecas que vão conhecê-lo".

Sério, essa foi uma das melhores frase que li neste ano (levo em conta, é claro, que as outras pessoas saibam o que as suecas representam para o imaginário masculino ociental)!