domingo, 14 de setembro de 2008

Salvação nacional

"A partir de agora, vamos completar o planejamento para vender o Brasil."


Hélder Lopes, presidente do Grêmio Esportivo Brasil de Pelotas, sobre as novas chances de patrocínio do clube depois da classificação para a Série C 2009, na página 49 de Zero Hora de domingo.

quinta-feira, 11 de setembro de 2008

Marenquianas

Esse tal de Daniel Marenco serviu como uma espécie de seguro na nossa viagem à progressista Pouso Novo, 2 mil habitantes, no Vale do Taquari.

A apólice diz que, em caso de falência das capacidades textuais do repórter, a matéria estará garantida por imposição de qualidade das imagens.

Em uma amostra, o palheiro de Arino Rasche.

quarta-feira, 10 de setembro de 2008

1992: O ano que não acabou. Menos em BH

Se PT e PSDB são os pólos da política hoje é porque o título faz sentido.

Naquele ano, PT e PSDB preparavam um longo casamento. É difícil lembrar, mas aconteceu: os tucanos apoiaram Lula no segundo turno em 1989, contra Collor e todo o resto. E Lula e Jereissati programaram uma caravana para defender o parlamentarismo no plebiscito de 1993.

O que se passou em 1992 -- o impeachment de Collor, e as pesquisas eleitorais com Lula nas alturas -- mudou tudo e desfez o noivado. No final, o PT defendeu o presidencialismo, contra o PSDB parlamentarista. Dois anos depois, os dois se digladiaram na eleição Lula x FHC - para a qual pretendiam, até 1992, lançar chapa única.

Pra quem gostou do assunto tem uns links ali abaixo.

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BH é a única cidade em que essa eleição tem valor para a história política.

Pelas mãos do Aécio Neves e Fernando Pimentel, PT e PSDB superaram 1992. Fizeram uma aliança -- informal, em respeito ao diretório nacional petista -- para eleger Márcio Lacerda, do PSB, abraçadinhos.

O poder que potencial dessa aliança está ilustrado na pesquisa do Datafolha. O cara partiu do nada e já anda na casa dos 40%:




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Quem não acredita nessa história de união PT-PSDB pode tentar mudar de idéia com o livro A História Real, do Gilberto Dimenstein e do Josias de Souza. Pra facilitar, escrevi anos atrás um texto com destaques do livro 1992: O ano que não acabou

terça-feira, 2 de setembro de 2008

Maestro

O Ordinário tem cheiro de Brasil.